Anedotas sobre a Crise

Em tempos de crise, por vezes o melhor remédio é mesmo rir. Aqui pode encontrar as melhores anedotas sobre a crise e as artimanhas que os portugueses têm que fazer para sobreviver no dia-a-dia.

Vista cansada

O Oftalmologista:
- O que o senhor tem é a vista cansada.

Amigo forreta

Dois amigos de longa data, que já não se viam há muito, encontram-se, casualmente, na rua. Um tinha ar de estar bem na vida, o outro, muito pelo contrário.

Como receber uma dívida

Um negociante desabafava com um amigo:
- Tenho um cliente que me deve quinhentos euros, não mos paga nem me dá respostas às cartas que lhe envio a relembrar-lhe a dívida.

Dinheiro para o jogo

Numa mesa de batoteiros, pergunta um:
- Como é que te atreves a continuar a jogar se não tens dinheiro?!

Cão magrinho

Duas senhoras cruzam-se num jardim, levando uma delas um cãozinho pela trela. Diz a outra:
- Que cãozinho tão engraçado. Mas, está tão magrinho, coitadinho! Como é que ele se chama?

Ainda me deves dar algum dinheiro…

Um tipo, ao cruzar-se na rua com um amigo que lhe devia dinheiro:
- Então, como é que vai isso?

O amigo:
- Tudo bem, obrigado! Olha, hoje faço anos! O tempo passa…

Jantar de familia

O Joãozinho e as suas três irmãs foram jantar a casa de uns tios, apesar de o convite ter sido dirigido só a ele. De regresso a casa, perguntou-lhe o pai:
- Então, os vossos tios ficaram satisfeitos de vos receber?

Técnica para abrir o apetite

Um tipo bem vestido é abordado num passeio por um mendigo com ar debilitado:
- Ajude-me, senhor, que eu há três dias que não como nada.

Negócio do papel higiénico

Dois amigos comentavam a falência do negócio de um amigo comum, dizia um:
- Ora, e o Alfredo foi logo meter-se em negócios de papel higiénico!

Livros emprestados

Um tipo foi a casa de um amigo solteirão visitá-lo pela primeira vez. A certa altura, entrou numa sala e deparou com uma enorme quantidade de livros, todos empilhados e dispersos, desde o chão até ao teto.